Escola sem Partido foi rejeitada

Por 27 votos contra 21, a proposta Escola sem Partido não passou na Assembleia Legislativa do Paraná, na tumultuada sessão da tarde desta segunda-feira (16).

A proposta trazia como premissa vedar a “prática de doutrinação política e ideológica” na sala de aula, assim como a realização de atividades de cunho moral ou religioso que “possam estar em conflito com as convicções dos pais ou responsáveis pelos estudantes”.

Pela proposta, as escolas seriam obrigadas a fixar cartazes – de 70 centímetros de altura por 50 centímetros de largura – para divulgar os “deveres do professor”, o que inclui “não se aproveitar da audiência cativa dos alunos para promover suas próprias opiniões, concepções ou preferências ideológicas, morais, políticas e partidárias” e “respeitar o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções”.

O projeto, que trazia como primeiro princípio a “promoção do respeito a neutralidade política, ideológica e religiosa aos alunos das instituições de ensino”, defendia ainda que o poder público “não se imiscuirá na orientação sexual dos alunos nem permitirá qualquer prática capaz de comprometer ou direcionar o natural desenvolvimento de sua personalidade”.

Um dos que votaram sim a proposta foi o Deputado Estadual Coronel Lee, que justificou seu voto. “Não é possível que aceitemos doutrinação dentro das escolas. Não podemos concordar que os professores passem a manipular nossas crianças, estabelecendo a elas como pensar e instigados a agir de maneira até desrespeitosa. Isso sem falar na questão até mesmo de identidade de gênero e outros absurdos, cujo governo anterior tentava impor”, pontuou.

O parlamentar ainda pediu atenção a quem boicotou esse projeto. “É bem importante que a sociedade fique bem atenta a quem prega de defensor da família, mas na hora das votações, acaba não colocando essa discurso em prática”, finalizou.

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Autor: depcellee

Nascido no dia 15 de março de 1965 em Curitiba-PR, ingressou na Polícia Militar do Paraná em 1985, onde atuou até 2018 chegando ao posto de Coronel, o nível mais elevado da carreira de Policial Militar, filho do Coronel PM Keiji Abe (In memorian) e de Tomoko Abe (In memorian), casado com Vânia Rodrigues de Matos Abe e tem 3 filhos. É descendente de Samurai e graduado em Artes Marciais (Aikido, Judô e Taekwondo). FORMAÇÃO - Curso de Formação de Oficiais; - Curso de Instrutor de Motociclismo; - Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais; - Curso de Especialização em Gestão de Pessoas – Pós-Graduação; - Curso de Atualização Profissional de Técnicas em Administração de Crise – Categoria Negociador; - Curso de Especialização em Administração Policial – Mestrado - Curso de Especialização em Política, Estratégia e Planejamento da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra – Pós-Graduação; - Curso de Gestão em Segurança Pública – Doutorado; - Curso Superior de Polícia; - Bacharel em Direito; - Cursos de atualizações da Secretaria Nacional de Segurança Pública. FUNÇÕES EXERCIDAS - Assessor Militar do DETRAN/PR; - Assessor Militar da Prefeitura de Curitiba; - Assessor Militar da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Paraná; - Subdiretor da Diretoria de Apoio Logístico da PMPR; - Exerceu funções nos setores de inteligência, pessoal, planejamento e comandos de tropa no: - 12º Batalhão de Polícia Militar - 13º Batalhão de Polícia Militar - 17º Batalhão de Polícia Militar - 20º Batalhão de Polícia Militar - Regimento de Polícia Montada RPMon - Batalhão de Polícia Florestal BPFLO - Batalhão de Polícia Rodoviária BPRV - Companhia de Polícia de Choque CIA P Chq - Batalhão de Polícia de Trânsito BPTRAN - Centro de Operações Policiais Militares - COPOM - Batalhão de Polícia de Guarda BPGD - Batalhão de Operações Especiais BOPE - 5º Comando Regional da Polícia Militar.

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