Ações criminosas do MST em Quedas do Iguaçu

A preocupação da sociedade com o Movimento Sem Terra (MST) está cada vez mais latente. Desta vez, o Deputado Estadual Coronel Lee levou à tribuna da Assembleia Legislativa do Paraná novas denúncias dando conta de ações criminosas do bando que aterroriza o Sudoeste do Estado.

Em seu discurso na tarde desta segunda (26), munido de um mapa, o parlamentar apontou aonde o MST tem atuado desta vez. “A área que está invadida é Pinhão Ralo, próximo ao Rio das Cobras (na região de Quedas do Iguaçu, no Sudoeste do Paraná). Foi ali que na data de ontem (domingo, dia 25), o bando criminoso do MST ateou fogo em tudo: casas, plantações, mata nativa, tudo. Milhares de alqueires”, contou ele. “O pior é que enquanto o Corpo de Bombeiros tentava apagar o fogo, eles continuavam ‘metendo’ fogo em frente aos Bombeiros. Ainda hoje (26), a unidade local dos Bombeiros aguardava um avião para fazer o levantamento do impacto ambiental causado por essa ação. Nós avisamos há vários meses, e nada foi feito”, completou.

Outra questão levantada pelo Deputado Coronel Lee é do porquê o Governo do Estado nada tem feito para combater as invasões e para a efetiva reintegração de posse a quem a terra pertence por direito. “O estado estava ciente disso. Todos estavam avisados. Se eu fosse dono dessas fazendas, ou vizinho, acionaria o Estado (na justiça). Há ordem de reintegração de posse, e estamos aqui parados, só olhando. Agora, acabaram com tudo. E agora, quem é o responsável? É o Estado ou não?”, indagou o Deputado Coronel Lee.

O parlamentar avisou que está cobrando uma posição de quem deve resolver por isso. “Fizemos o requerimento das informações à Secretaria de Segurança pedindo o levantamento da situação, os laudos do impacto ambiental de todo o prejuízo e as ações que devem ser tomadas para combater isso. Esperamos que nos próximos dias o Secretário de Segurança nos forneça. E se “falta coragem” ao Estado, ele sugere uma alternativa. “A Polícia Militar sempre foi servida de bravos guerreiros, de bravos comandantes. Se o comandante-geral não tem ninguém à altura para comandar uma operação como essa, de reintegração, eu agora falo publicamente: se não tem ninguém para comandar, eu assumo o comando”, disse, lembrando que o Coronel da reserva possui ampla experiência em ações desta natureza.

A famigerada Lei de Abuso de Autoridade

Aconteceu na tarde de segunda-feira (19), um ato de repúdio contra a Lei de Abuso de Autoridade. A manifestação foi realizada em frente ao Fórum de Cascavel e contou com a presença de integrantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal, Guarda Municipal, advogados e procuradores, além de populares sensíveis a essa causa.

“Não podemos permitir que leis como essa sejam aprovadas, uma vez que tira do Estado a voz ativa contra aqueles que estão à margem da lei. Se for aprovada essa lei, podemos chamá-la de ‘estatuto do criminoso’ porque viola princípios básicos do Direito Penal, que garante proteção a todos os cidadãos”, observou o Deputado Estadual Coronel Lee.

Lei para “intimidar”

Para a Associação Ministério Público Pró-Sociedade, o Projeto de Lei 7.596/17, aprovado na Câmara do Deputados foi feito para “intimidar”promotores, procuradores, juízes e policiais. A entidade divulgou nota pública indicando que o projeto foi chamado de Lei do Abuso de Autoridade “cinicamente” e garante abuso contra servidores e agentes públicos.

Na avaliação da associação que reúne “promotores e procuradores linha-dura” o projeto quer impedir “outras lava jatos ou quaisquer investigações que atinjam poderosos visa colocar promotores, juízes e policiais de joelhos”.

A nota do MP Pró-Sociedade avalia sete pontos do projeto de lei e ao fim, os integrantes da associação pedem que o presidente Jair Bolsonaro vete integralmente o Projeto de Lei.

Integrantes do governo avaliam modificações em dez artigos do texto que passou pelo Congresso. Em dois pontos, os parlamentares da bancada da bala já receberam a sinalização que pode haver vetos. Entre eles, estão os itens que punem autoridades que iniciem investigação sem justa causa fundamentada e que usem algemas de forma inadequada – ambos são criticados pelo Ministério Público Pró-Sociedade.

Com relação ao Artigo 17º – que caracteriza como crime submeter o preso ao uso de algemas quando manifestamente não houver resistência à prisão ameaça de fuga ou risco à integridade física do próprio preso, da autoridade ou de terceiro’ – o MP Pró-Sociedade diz: “enorme elasticidade de interpretação do princípio da dignidade da pessoa humana tem sido a chave que abre a porta da cadeia para o desalgemamento e a soltura dos mais brutais criminosos”.

Para a entidade, a ‘utilização distorcida’ de tal princípio desconsideraria que o risco a que estão sujeitos os policiais, juízes e promotores também viola a dignidade.

Confira a íntegra da nota:

Nota Pública sobre o Projeto de Lei que visa a consagrar a Impunidade no Brasil

O Ministério Público Pró-Sociedade quer chamar atenção para o grande problema que é o projeto denominado de maneira cínica de Lei do Abuso de Autoridade. Cinicamente pois foi feito para intimidar promotores, procuradores, juízes e policiais, além de consagrar e garantir o abuso contra servidores e agentes públicos no exercício diário de suas atribuições.

Senão vejamos:

1) O artigo 2º enumera vários agentes públicos que são atingidos pela lei, logo é inverídica a informação de que foi feita contra promotores, juízes e policiais? Na verdade, ao analisar os crimes previstos no Projeto de Lei (PL), percebe-se que praticamente nunca se aplicarão a outros servidores que não: Promotores, Policiais e Juízes.

O alvo é nítido. O objetivo é a intimidação.

2) Intimida promotores, juízes e policiais para evitar que requeiram, determinem ou efetuem prisão. É ingenuidade acreditar que o artigo 9º é feito para punir apenas quem estiver em desconformidade com as hipóteses legais! Ingenuidade de quem alega isso. Ou malícia mesmo. As hipóteses legais de incidência dos crimes previstos no PL são vagas e permitem as mais variadas interpretações. Por exemplo, no próprio Supremo Tribunal Federal, alguns ministros entendem o cabimento de prisão

em segunda instância. A maioria. Outros não, soltam, contrariando decisão do próprio Plenário.

Sobre a prisão preventiva, a lei usa conceitos bem subjetivos. Andre Lenart, em artigo publicado, demonstra que os requisitos para a prisão preventiva na Alemanha têm redação muito parecida com os do Brasil, porém, na Alemanha, se é muito mais duro/rigoroso com o criminoso.

Se aprovado pelo Congresso Nacional o PL de Abuso de Autoridade, a prática será: prendeu, o juiz solta ou o tribunal solta, o criminoso vai representar contra o policial (que prendeu em flagrante delito), o juiz (que decidiu pela manutenção da prisão) e contra o promotor como partícipe (que requereu a manutenção da prisão).

Os agentes públicos poderão ser processados por isso e passsarão quase todo o tempo se defendendo justamente por terem exercido corretamente as suas atribuições. Apenas os policiais, promotores e juízes, desencarceradores e “garantistas”, trabalharão tranquilos. Por outro lado, os que se preocupam efetivamente com a Sociedade, com as vítimas inocentes, não!

3) O uso de algemas é padrão em todas as polícias do mundo e garante a integridade física tanto do preso quanto dos policiais presentes no local. Evita inclusive de se usar a força para conter alguém. Evita morte. Salva vidas. Promotora Grávida exercendo suas atribuições no Plenário do Júri, acusando um traficante homicida perigoso, sem algemas, e este a ataca. Ou a qualquer outra pessoa dentro do Fórum. Ou ataca a vítima da tentativa de homicídio que está depondo.

Se aprovado pelo Congresso Nacional o PL de Abuso de Autoridade, a autoridade que determinar o uso de algemas ou o servidor que algemar, será processado criminalmente, arriscando sua carreira profissional para proteger a vida de todos presentes no Tribunal? A enorme elasticidade de interpretação do princípio da dignidade da pessoa humana tem sido a chave que abre a porta da cadeia para o desalgemamento e a soltura dos mais brutais criminosos. A utilização distorcida desse princípio desconsidera que o risco a que estão sujeitos os policiais, juízes e promotores também

viola a dignidade. Não merece maior proteção nesses casos?

4) O artigo 10 do PL de Abuso de Autoridade demonstra ter sido elaborado como represália à Lavajato. Pune decretar condução coercitiva incabível. E quando ela é incabível? Discutível. Subjetivo. Quando a decisão sofrer a primeira reforma pelo Tribunal, juiz e promotor serão representados criminalmente. Por vezes essa reforma será em HC, saltando instâncias, e em liminar monocrática, como ocorre de praxe no STF.

5) Também é crime permitir que seja fotografado o investigado/criminoso (artigo 14). Essa é fogo ou frigideira. Se permite tirar fotografias, é criminoso. Se não permite, o policial não tem como provar falta notícia de abuso ou agressão no momento da prisão ou durante a condução. Até mesmo policiais sujeitos a responderem criminalmente quando, familiares, amigos ou criminosos apoiadores de traficantes filmam e editam trechos maliciosamente durante a prisão em flagrante com ameaças aos policiais. Os policiais sempre estarão na pior e não nunca poderão utilizar-se da filmagem para provar a correta abordagem, apreensão e prisão em flagrante.

6) O artigo 25 do PL de Abuso de Autoridade: proceder obtenção de prova por meio ilícito. Se operações realizadas com base em provas lícitas forem posteriomente declaradas pelo Tribunal ilícitas, com a consequente anulação e suspensão das operações? Há vários casos nesse sentido. As autoridades e servidores que atuaram corretamente, de repente, virarão criminosos? No Brasil, após o Supremo Tribunal Federal criminalizar homofobia, desconsiderando o princípio da legalidade estrita, a caracterização de um crime de abuso de autoridade é um risco patente em razão da possibilidade de mudança de entendimento acerca da legalidade ou não da prova colhida. A insegurança jurídica estará instalada com a consequente obstrução de dezenas de operações das Polícias Estaduais e Federal.

7) O artigo 30 do PL de Abuso de Autoridade: dar início ou proceder à persecução penal, civil ou administrtiva, sem justa causa. Justa causa é um termo extremamente subjetivo, ligado à confiança e boa fé. O que seria justa causa? Suporte probatório mínimo? E o que é isso? O que se caracteriza como “tecnicamente provado”? A própria existência de indícios é baseada no que convence ou não a quem a avalia com base em sua experiência, conhecimento, perspicácia e lógica. Isso varia e, desse modo, sempre que for dado um Habeas Corpus e houver uma absolvição, o autor ou o partícipe do crime poderá representar criminalmente e processar criminalmente a autoridade que deu ensejo à instauração da persecução penal.

Esses são apenas alguns exemplos do descalabro do PL de Abuso de Autoridade que teve destino certo: impedir que haja outras lavajatos ou quaisquer investigações que atinjam poderosos. Visa colocar promotores, juízes e policiais de joelhos.

Assim, os integrantes da Associação MP Pró-Sociedade requerem ao Excelentíssimo Senhor Presidente da República que evite a consagracão da impunidade e vete integralmente o malfadado Projeto de Lei, além de envidar todos os esforços em seus discursos públicos para que sociedade tome conhecimento dos graves prejuízos que advirão com a sanção do referido PL tanto à segurança pública, quanto ao combate à criminalidade.

Associação MP Pró-Sociedade

Linda homenagem à Igreja Presbiteriana

Uma noite de fortes emoções marcou a homenagem dos 160 anos de atividades da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), em sessão solene proposta pelo deputado Coronel Lee (PSL) no plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) na noite desta terça-feira (13).

“A igreja entra em campos da sociedade em que mesmo o poder estatal não consegue penetrar. Esta homenagem é um reconhecimento ao trabalho de auxílio em áreas como a educação e a saúde, além da espiritual, que é a maior vocação da Igreja Presbiteriana do Brasil. É um sacerdócio”, afirmou Coronel Lee.

Dentre os 28 nomes escolhidos pela comunidade presbiteriana paranaense a receber menções honrosas do Poder Legislativo, destacaram-se o presidente do Sínodo de Curitiba, reverendo Elizeu Eduardo de Souza; o secretário executivo do Supremo Concílio da IPB, reverendo Juarez Marcondes Filho; e o diretor-geral do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, Rogério Donato Kampa. Os reverendos Elizeu e Juarez receberam, em conjunto, a menção honrosa celebrando os 160 da Igreja Presbiteriana do Brasil.

De acordo com o reverendo Elizeu Eduardo de Souza, a comunidade presbiteriana se vê valorizada com a homenagem do Poder Legislativo, “reconhecida pelo Estado porque tem sido uma das metas da igreja auxiliar o poder público nas áreas da saúde e da educação. Entendemos que somos parceiros na construção do ser humano. Uma data festiva como esta nos dá até mais força para continuar o que temos feitos em 160 anos, atendendo às pessoas em sua dimensão integral: bio, psico, social e espiritual”, explicou.

Para o reverendo Juarez Marcondes Filho, a homenagem prestada pela Assembleia Legislativa, coroa os 160 anos da chegada ao Brasil do missionário americano, Ashbel Green Simonton, que aportou no Rio de Janeiro, aos 26 anos de idade. “Este jovem deixou não só as igrejas e os concílios, mas um jornal de mensagens evangélicas, o primeiro da América do Sul, além da primeira escola de formação teológica de nível superior. Hoje estamos em todos os estados da federação, praticamente em todos os municípios do país, com a proclamação da palavra de Deus e assistência àqueles que precisam”, explicou.

O doutor Rogério Donato Kampa frisou que o Instituto Presbiteriano está à frente da administração do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, “uma instituição que está completando quase 150 anos de existência e foi um dos primeiros trabalhos sociais de nossa igreja no Brasil. É uma instituição que sempre preservou a defesa dos direitos humanos, a tentativa de levar o conforto e beneficio a todas as pessoas, o que é o cerne da Igreja Presbiteriana do Brasil. Evangelização com assistência social e justiça social”, explicou.

Histórico

A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), protestante de origem calvinista, chegou ao país pelas mãos do missionário norte americano Ashbel Green, em 12 de outubro de 1859. Atualmente conta com 650 mil membros e mais de cinco mil igrejas e congregações espalhadas por todos os estados da federação, o que lhe confere o reconhecimento como a 10ª maior denominação protestante brasileira.

Da primeira igreja fundada, a hoje conhecida Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro (1962), os trabalhos se expandiram para as regiões Sudeste e Centro Sul, sob o comando de José Manoel da Conceição, primeiro brasileiro a ser ordenado ministro presbiteriano, em 1865.

A expansão da IPB no Norte e no Nordeste deve-se ao trabalho pioneiro dos missionários da Igreja Presbiteriana nos Estados Unidos da América – notadamente o missionário John Rockwell Smith, fundador da Igreja Presbiteriana do Recife, em 1878, em conjunto com o brasileiro reverendo Belmiro de Araújo César.

Ao longo dos 160 anos de sua história, o ideal missionário da Igreja Presbiteriana do Brasil tem se mostrado no compromisso com a integridade bíblica em uma perspectiva teológica reformada. Ela mantém e auxilia escolas, hospitais, projetos sociais e o trabalho missionário em cidades brasileiras e no exterior.

Posse da diretoria da ASSOFEPAR

Foram empossados, na noite de segunda-feira (12), os 39 membros dos Conselhos de Administração, Deliberativo e Fiscal da Associação dos Oficiais Policiais e Bombeiros Militares do Estado do Paraná (ASSOFEPAR). A solenidade ocorreu no Clube dos Oficiais e contou com a presença de Militares Estaduais de diversos locais, além de representantes dos Oficiais de outros Estados, a exemplo de Santa Catarina (ACORS) e São Paulo (DEFENDA PM) e da Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais (FENEME). Também estiveram presentes parlamentares e representantes de outras categorias dos servidores estaduais.

Para o Coronel Izaías de Farias, que presidiu a ASSOFEPAR nos dois primeiros biênios da entidade, os objetivos do período foram cumpridos. “Nós estamos fechando um ciclo, que se iniciou com a implantação da associação e a etapa seguinte, em que tivemos a consolidação da entidade. Estamos felizes por termos concluído essas duas etapas e desejamos todo o sucesso na gestão do Coronel Assunção, no aprimoramento da nossa entidade”, disse o Coronel Farias, que passa a integrar o Conselho Deliberativo.

Já o Presidente empossado, Coronel Carlos Eduardo Rodrigues Assunção, destacou as missões da Associação dos Oficiais. “A ASSOFEPAR se assenta sobre três pilares, a defesa jurídica, o marketing e a articulação política. Eu tenho atuado fortemente na articulação para que possamos defender os interesses da Classe. Vamos nos esforçar ao máximo para que todas as expectativas depositadas em nós sejam superadas”, falou o Coronel Assunção, que discursou aos presentes.

CONDECORAÇÃO DE MÉRITO

Durante a cerimônia foi lançada a Condecoração de Mérito “ASSOFEPAR – CEL. ABELMÍDIO DE SÁ RIBAS”, com a presença da viúva do homenageado, Regina Sélia de Sá Ribas e parentes do casal. “Uma honra para nós, muita emoção. Ele foi um grande homem, marido e pai. Sempre muito dedicado à família e à Corporação”, disse a Sra. Regina Sélia de Sá Ribas, em agradecimento à homenagem.

Também foram condecorados o Coronel Farias, o Secretário Especial para a Câmara dos Deputados da Casa Civil, Abelardo Lupion; o Presidente da FENEME, Coronel Marlon Jorge Teza; o Presidente da DEFENDA SP, Coronel Elias Miler da Silva e o Comandante-Geral da PMPR entre os anos de 1996 e 1999, Coronel Luiz Fernando de Lara.

Na ativa, o Oficial atuou no Batalhão de Polícia de Guarda; como Oficial coordenador do setor de inteligência; ajudante de ordens do Comandante-Geral; assistente na Casa Militar-Defesa Civil; Oficial do Comando do Policiamento do Interior (CPI); instrutor na Academia Policial Militar do Guatupê (APMG); Subcomandante e Comandante do Batalhão de Polícia Florestal (atual BPAmbFV do qual é Comandante Emérito); Chefe da 1ª Seção do Estado Maior; Comandante do 5º Batalhão da PM na cidade de Londrina; Diretor de Ensino da PMPR. No pós-ativa, foi Presidente da Associação da Vila Militar (AVM); Presidente da Associação dos Oficiais Militares Estaduais do Brasil (AMEBRASIL); membro do Conselho Nacional de Segurança Pública (CONASP) e membro do Conselho de Administração da PARANAPREVIDÊNCIA. Faleceu no dia 17 de dezembro de 2016.

PRESENÇAS

Entre os mais de 130 convidados, também prestigiaram a solenidade de posse, os Presidentes da AMAI, Coronel Altair Mariot; da AVM, Coronel Whashington Alves da Rosa; o Presidente do Clube dos Oficiais, Coronel Ademar Cunha Sobrinho; o Chefe de Estado Maior, Coronel Lanes Randal Prates; o Vice-presidente da ACORS, Coronel Gladimir Murer; o Presidente da Fetranspar, Coronel Sérgio Malucelli; os Deputados Estaduais Coronel Lee, Sd. Fruet, Rubens Recalcatti, Rodrigo Estacho e o Deputado Federal Abelardo Lupion. Também a Dra. Nayani Kelly Garcia, Promotora de Justiça e Vice-Presidente da APMP e o Dr. José Orlando Cerqueira bremer, Juiz de Direito representando a AMAPAR.

OFICIAIS EMPOSSADOS:

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Cel. CARLOS EDUARDO RODRIGUES ASSUNÇÃO

Vice-presidente e 1º Secretário: Cel. EDEMILSON DE BARROS

2º Secretário: Cap. VALTER RIBEIRO DA SILVA

1º Tesoureiro: Cap. DIVONZIR PEREIRA MACHADO

2º Tesoureiro: 1º Ten. ELISANGELA DE PAULA SILVA

CONSELHO DELIBERATIVO

POSTO DE CORONEL

TITULARES: Cel. IZAIAS DE FARIAS

Cel. ANTONIO ZANATTA NETO

Cel. RITA APARECIDA DE OLIVEIRA

SUPLENTE: Cel. EDSON FERNANDO PAREDES BARROSO

POSTO DE TENENTE-CORONEL

TITULARES: Ten.-Cel. ALEX ERNO BREUNIG

Ten.-Cel. ADEMAR CARLOS PASCHOAL

Ten.-Cel. MANOEL JORGE DOS SANTOS NETO

SUPLENTES: Ten.-Cel. VALDIR CARVALHO DE SOUZA

Ten.-Cel. OSNI JOSE BORTOLINI

POSTO DE MAJOR

TITULARES: Maj. MARCOS ANTONIO TORDORO

Maj. STHEFANO ROBERTO JANATA

Maj. VALMIR DE SOUZA

SUPLENTE: Maj. JOSÉ LUIZ BEGGIORA JUNIOR

POSTO DE CAPITÃO

TITULARES: Cap. RONALDO CARLOS GOULART

Cap. GUSTAVO DALLEDONE ZANCAN

Cap. MARCELO MOREIRA SO

SUPLENTES: Cap. RODOLFO KREDENS SILVA

Cap. RICARDO FARDIM EGUEDIS

Cap. MARCOS SILVA

POSTO DE PRIMEIRO TENENTE

TITULARES: 1º Ten. CAROLINA PAULETO FERRAZ ZANCAN

1º Ten. ADIRLEY WITTKOWSKI

1º Ten. FABIO ANTONIO MATUCHESKI ZARPELON

SUPLENTES: 1º Ten. FELIPE STEINDORFF MALHEIROS

1º Ten. RAFAEL GOMES SENTONE

1º Ten. IURI FERNANDES DA VEIGA CAVALLI

POSTO DE SEGUNDO TENENTE

TITULARES: 2º Ten. EDER ANDRE COUTINHO DA SILVA

2º Ten. DANIEL GONÇALVES CONDE

2º Ten. EMERSON CLEYTON DE SOUZA PINTO

CONSELHO FISCAL

TITULARES: Cap. DIEGO ASTORI

Cap. CECILIO CAMPIOLO LUZ

Cel. RENE ROBERTO WITEK

Cap. WLADIMIR DENKEWSKI

Cap. ELIÉSER ANTONIO DURANTE FILHO

SUPLENTE: Cap. LUIZ FREDERICO DA MOTA FIGUEIREDO

Fonte: Site ASSOFEPAR

Solenidade à PMPR

Sessão solene em celebração aos 165 anos da PMPR proposta pelo Deputado Estadual Coronel Lee foi marcada pela homenagem in memorian a 20 policiais militares que perderam a vida durante o cumprimento do dever

Os 165 anos de criação da Polícia Militar do Paraná (PMPR) foram celebrados durante sessão solene realizada na noite desta quarta-feira (7), no Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

A solenidade, proposta pelo deputado Coronel Lee (PSL), além de registrar o aniversário da corporação, ainda contou com uma emocionante homenagem a 20 policiais militares que perderam a vida em serviço. Eles foram representados por suas mães e companheiras. Outros 41 policiais que passaram por situações de grande estresse durante o serviço também foram homenageados e receberam seus certificados de menção honrosa pelas ações heroicas.

“Hoje podemos dizer que são todos vitoriosos porque enfrentaram todas as missões que lhe foram passadas. Essa homenagem é o mínimo que a Assembleia pode fazer por todos esses homenageados. É muito merecido o reconhecimento a esses combatentes, que enfrentaram dezenas e centenas de confrontos. Todos eles, com certeza, honraram o nome da Polícia Militar do Paraná”, declarou o deputado Coronel Lee em seu discurso.

A sessão comemorativa contou com a presença do secretário de Segurança Pública do Paraná, Coronel Romulo Marinho Soares; o comandante do Corpo de Bombeiros, Coronel Samuel Prestes; o coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil do Paraná, coronel Ricardo Silva; o presidente da Associação da Vila Militar, Coronel Washington Alves da Rosa; o presidente da Associação dos Oficiais Policiais e Bombeiros Militares do Estado do Paraná (ASSOFEPAR), Isaias de farias; e o presidente da Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares Ativos, Inativos e Pensionistas (AMAI), coronel Altair Mariot; e os deputados Delegado Recalcatti (PSD) e Soldado Adriano José (PV), além de ex-Comandantes da Corporação, comandantes de unidades da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros da Capital e da Região Metropolitana.

O comandante do Corpo de Bombeiros, Coronel Samuel Prestes afirmou que foi uma honra muito grande participar da solenidade promovida pela Assembleia Legislativa em homenagem aos 165 anos da Polícia Militar do Paraná. “Com certeza foi uma cerimônia muito especial. Em um momento de festividade, é muito importante poder relembrar e homenagear o esforço que esses homens e mulheres fizeram pela segurança pública do estado do Paraná. Com certeza, esses oficiais valorosos representam o esforço realizado diuturnamente por cada um dos membros da nossa valorosa Polícia Militar do Paraná. Todos eles desgastam suas próprias vidas em prol da proteção de toda a sociedade paranaenses”, ressaltou.

Ainda na cerimônia foram entregues moedas de reconhecimento e respeito aos ex-comandantes-geral da Polícia Militar do Paraná coronel Sérgio Itamar Alves; coronel Raul Victor Lopes; Coronel Daniel César Maingué; coronel Nemésio Xavier de França Filho; Coronel Luiz Rodrigo larson Carsten; coronel Maurício Tortato; e coronel Audilene Rosa de Paula Dias Rocha.

História – Em 10 de agosto de 1854, com a denominação de Companhia de Força Policial, foi criada a Polícia Militar do Paraná que surgiu como uma unidade de caçadores. A corporação cresceu e evoluiu, e hoje está voltada aos anseios da comunidade paranaense; garantindo a paz e a proteção da sociedade, fazendo-se presente em todos os 399 municípios do estado. Os batalhões têm sede nos principais centros urbanos, e suas companhias e pelotões estão distribuídos pelas localidades circunvizinhas. A PMPR tem por função primordial o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública no estado do Paraná. Ela é Força Auxiliar e Reserva do Exército Brasileiro, e integra o Sistema de Segurança Pública e Defesa Social do Brasil. Seus integrantes são denominados Militares dos Estados, assim como os membros do Corpo de Bombeiros.

Curiosidade – Durante esses 165 anos de história a Polícia Militar recebeu inúmeras denominações. Confira:

* 1854 – Companhia de Força Policial da Província do Paraná

* 1874 – Corpo Policial da Província do Paraná

* 1891 – Corpo Militar de Polícia do Estado do Paraná

* 1892 – Regimento de Segurança do Estado do Paraná

* 1917 – Força Militar do Estado do Paraná

* 1932 – Força Pública do Estado do Paraná

* 1939 – Força Policial do Estado do Paraná

* 1946 – Polícia Militar do Estado do Paraná

Fonte: Site da ALEP

Uma cadeira para a PMPR

Criado em 1957, e hoje com um efetivo que conta com aproximadamente 500 policiais, o Batalhão da Polícia Ambiental Força Verde é uma unidade especializada da Polícia Militar do Paraná, cuja missão é zelar pela flora e fauna do nosso Estado.

Basta uma simples busca na internet sobre a atuação da Força Verde para vermos a quantidade de crimes evitados e combatidos por essa unidade da PMPR. E por que então não incluir uma cadeira para a Força Verde dentro do CONAMA – Conselho Estadual de Defesa do Meio Ambiente?

“O Conselho tem uma força de decisão importante, e é impossível pensarmos qualquer decisão nesse sentido sem incluir as forças policiais, uma vez que elas são atuantes no que diz respeito ao combate à degradação do Meio Ambiente”, justifica o autor do Projeto de Lei 114/2019 que incluiria a Polícia Ambiental no CONAMA, Deputado Estadual Coronel Lee. “O Conselho tem a função, entre outras coisas, de participar da política estadual do Meio Ambiente, de integrar planos e projetos com a finalidade de conservação, criação de parques, e, sobretudo, fomentar a criação de associações de conservação da natureza. Nesse contexto, a participação da Polícia Ambiental passa a ser de fundamental importância”, completa o Deputado.

O projeto que instituirá uma cadeira para a Polícia Ambiental Força Verde pode ser consultado na íntegra no site da Assembleia Legislativa do Paraná, na aba “pesquisa legislativa”.

Novas viaturas para a polícia

As equipes da Polícia Civil e Polícia Militar receberam na tarde desta sexta-feira (12) novas viaturas. Foram entregues também kits para a Guarda Municipal de Cascavel, entre eles, 60 pistolas calibre .380.

São oito novas viaturas para Polícia Civil e outras oito para Polícia Militar, que serão distribuídas entre os municípios de Toledo, Pato Branco, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu e Laranjeiras do Sul. 

“É sempre uma briga muito grande para conseguirmos essas conquistas para nossas forças de segurança, mas continuamos na batalha. Não vamos parar por aqui. Temos muito o que fazer quanto a melhorar as coisas, inclusive na questão salarial. Vocês podem ter certeza que muita coisa boa está por vir para as nossas polícias. Apenas temos que continuar unidos, mantendo nossas posições de combate e não perder nosso foco na proteção da sociedade. Tudo virá a seu tempo”, destacou o Deputado Estadual Coronel Lee, uma das autoridades presentes no evento.

Foi assinado também nesta tarde o convênio que visa a reinserção do preso através de atividades laborais e educacionais, entre Secretaria Estadual de Segurança e Administração Penitenciária, Prefeitura Municipal de Cascavel e a Penitenciária Estadual de Cascavel. 

Em prol de quem precisa

Governo assina termo aditivo que para despesas de custeio, pagamento de professores e funcionários de 400 Apaes

Foi assinada na tarde desta terça-feira (2), no Palácio Iguaçu, a renovação do convênio com 400 Apaes e outras entidades de Educação Especial que atuam no Paraná. Pelo termo aditivo do contrato, que venceria em agosto e foi renovado até janeiro de 2021, o governo repassará R$ 392,5 milhões para despesas de custeio, pagamento de professores e funcionários e para a alimentação dos cerca de 40 mil alunos dessas instituições.

Na solenidade, com a presença de representantes de diversas entidades, Ratinho Junior afirmou que a meta do governo é criar uma política de Estado para este setor, a fim de garantir mais segurança às instituições. “A ideia é modernizar esse modelo já a partir do ano que vem, para dar segurança às escolas especiais e não precisar renovar e discutir novos convênios todo ano”, disse o governador.

O Deputado estadual Coronel Lee esteve representado na solenidade pelo seu chefe de gabinete, Capitão Reginaldo, que comentou a respeito da assinatura. “Um momento importante, de reconhecimento a entidades que tanto fazem pelos portadores de necessidades especiais. O Estado deve sim colaborar para que essas pessoas não fiquem desassistidas”, comentou o servidor.

Parceiro

De acordo com o presidente da Federação das Apaes do Estado do Paraná, Fernando Meneguetti, as próprias entidades construíram a nova política, em conjunto com o governo. “O convênio foi firmado em 2016 e, desde então, vem recebendo aditivos anualmente. Agora vamos atuar em uma comissão com a Secretaria da Educação e as federações, para encontrar o melhor caminho que não traga insegurança às instituições quanto à renovação”, explicou. “O Estado é o nosso maior parceiro. O apoio permite que o Paraná preste um serviço de qualidade às pessoas com deficiência através das Apaes e outras instituições.”

O Estado mantém desde os anos 1970 parcerias com organizações da sociedade civil para a oferta de escolarização e atendimento educacional especializado para estudantes com deficiência intelectual, múltipla deficiência e transtornos globais de desenvolvimento. O serviço é oferecido em grande parte dos municípios paranaenses.

A parceria permite o desenvolvimento e fortalecimento da Educação Especial como parte integrante do sistema educacional do Estado, com foco no trabalho colaborativo e em rede, em concordância com o previsto na Lei de Diretrizes da Educação Básica (Lei 9.394/1996).

Com informações da Agência Estadual de Notícias

Andamento dos nossos trabalhos na ALEP

O Deputado Coronel Lee apresentou um “balanço” de suas proposições para emenda na Lei de Diretrizes Orçamentárias do Estado do Paraná. “Continuamos trabalhando diuturnamente para levar adiante as demandas da população paranaense. O projeto de lei nº 270/2019, por exemplo, trata da análise da Lei de Diretriz Orçamentária”, explica o parlamentar.

“Fomos os primeiros a propor emenda quanto a LDO, e das onze solicitações de emenda, apenas uma ainda encontra-se em análise. As demais modificações necessárias para o bem do Estado do Paraná foram todas aprovadas pela Comissão de Orçamento da Assembléia Legislativa (ALEP). Trabalhamos em prol do melhor para a população paranaense. Junto somos mais fortes”, finalizou.

Reabertura da Estrada do Colono

Encontro rescende um tema que deve ganhar força, e é uma reivindicação antiga dos moradores do Oeste e Sudoeste do Estado do Paraná

Encontro rescende um tema que deve ganhar força, e é uma reivindicação antiga dos moradores do Oeste e Sudoeste do Estado do Paraná

No começo da tarde desta segunda (01), a Frente Parlamentar pela reabertura da Estrada do Colono se reuniu em Curitiba. Em debate, a urgência para a reabertura de um trecho da estrada, considerada importante para o desenvolvimento regional no Oeste e Sudoeste Paranaense.

No encontro, ficou em aberta uma data para audiência pública, que deve acontecer (após confirmação) nos dia 15 de agosto em Capanema e no dia 16 de agosto em Medianeira. O Deputado estadual Coronel Lee, um dos membros da Comissão, falou sobre o assunto. “Esse é um tema que vem se estendendo há muitos anos, e pretendemos dar uma solução correta e definitiva”, salientou. A Comissão ainda estudará os projetos para a reabertura da estrada, bem como ouvirá as comunidades envolvidas nesta questão.

Histórico

Oficialmente denominada de PR-495, a Estrada do Colono liga a cidade de Serranópolis do Iguaçu à cidade de Capanema. Fechada em 2001 a pedido da UNESCO, o trecho em discussão tem pouco mais de 17 quilômetros, e corta o Parque Nacional do Iguaçu. O fechamento desse percurso aumentou de 58 para mais de 170 quilômetros a distância entre as duas cidades.

Uma pesquisa realizada em 2004 indicou que as maiores perdas constatadas dizem respeito a três aspectos: no movimento de pessoas no comércio e na cidade, na desvalorização das terras e no encurtamento do trajeto oeste-sudoeste. Em relação às perdas econômicas, estudiosos indicam que o município de Capanema apresentou, até o ano de 1995, uma perda acumulada de cerca de 327 milhões de reais, correspondendo à diminuição das atividades econômicas no comércio, serviços, turismo, agricultura e indústria. Além disso, a população do município se reduziu quase pela metade. Muitos moradores e políticos locais associam o movimento emigratório à falta de emprego para os jovens, que sem perspectivas abandonaram a região.

O estudo aponta ainda que os municípios mais prejudicados pelo fechamento da estrada foram Medianeira (no oeste) e Capanema, Planalto e Pérola do Oeste, no Sudoeste.

A estrada aberta, segundo quem defende a reabertura do trecho, serviria como estímulo para preservação da fauna e flora, além de evitar crimes ambientais e permitir maior controle da fronteira. Para as comunidades e ONGs locais, a reabertura da estrada é sinônimo de preservação da cultura, da história, da diversidade biológica e do desenvolvimento da economia local.